domingo, 12 de setembro de 2010

decoração de quarto de menino

                Achei fofo e original este quarto de menino que achei na net...daí resolvi compartilhar....

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Idéia de lembrancinha


Estes porta lápis foram feitos em tecnica de decoupage, e distribuidos cheios de lapis de cor em uma festa infantil...achei fofos e adorei a idéia.

Lista de enxoval para a maternidade

Lista de enxoval para a Maternidade




- macacão (4 a 6)

- body (4 a 6)

- calça comprida (4)

- 2 mantas

- 2 pacotes de fralda descartável (RN)

- 1 pomada para assaduras

- 4 fraldas de tecido

- 4 fraldinhas de boca

- 4 pares de meia

- 2 luvas de malha

- 1 roupa para sair da maternidade

- Lembrancinhas (2 dúzias)

- Enfeite para a porta





Para a mamãe



- 3 camisolas

- 1 robe

- 6 calcinhas

- 3 soutiens próprios para amamentação

- 2 pacotes de absorvente tamanho grande

- artigos de higiene: escova de dentes, sabonete, desodorante, maquiagem, shampoo e pasta de dente.

- 1 par de chinelo (ou outro calçado confortável)

- 1 roupa para sair da maternidade

- máquina fotográfica

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

As Cólicas... entenda um pouco mais....

Cólica - Estudo aponta que bactéria que irrita o intestino pode ser a causa


Postado por Natasha Martins

Nada é tão preocupante para uma mãe do que o choro do seu filho recém-nascido. E, quando não é fome, frio, nem a fraldinha suja, elas logo imaginam a temida cólica. A dor persistente, que aflige os bebês nos três primeiros meses de vida, provoca um choro intenso e, em geral, piora de madrugada, para desespero dos pais. Apesar do impacto que provoca na vida da família, ainda não se sabe exatamente a causa do problema. A boa notícia é que um estudo acaba de apontar uma luz no fim do túnel. Pesquisadores americanos descobriram que muitos bebês que sofriam com cólicas tinham uma bactéria. O nome desse bichinho infernal é klebsiella.

Segundo J. Marc Rhoads, professor de pediatria na Universidade do Texas e principal autor do estudo, essa bactéria pode ser encontrada na boca, na pele e nos intestinos dos pequenos, onde seria capaz de causar uma inflamação, desencadeando a cólica.

Apesar de nunca ter imaginado que suas noites em claro com o primeiro filho podem ter sido culpa desse bichinho, Raquel Constantino, de 30 anos, conta que descobriu um jeito de aliviar as dores do segundo filho:

— Faço uma leve massagem na barriguinha do Miguel. Ele se diverte com o carinho e para de chorar na hora.

Massagem é ainda o melhor



Estudos científicos relacionam as cólicas a causas ambientais, mostrando que bebês que nascem durante o inverno têm mais predisposição às dores do que aqueles que nascem no verão. Outras pesquisas sugerem que o vínculo entre mãe e filho durante a gestação e o parto também influencia. Há ainda uma corrente que aposta que as cólicas são mais frequentes nos bebês de hoje por causa do aumento de partos cesarianos. Ou seja, o estudo da Universidade do Texas vem somar mais uma possível causa para o problema: uma inflamação no intestino do bebê causada pela bactéria klebsiella.

Para o gastropediatra José Cesar Junqueira, professor da UFRJ, no entanto, o número de crianças que apresentam essa bactéria é bem pequeno. Para ele, o único remédio com eficácia comprovada para aliviar as cólicas é o leite materno:

— É a fonte mais rica em lactobacilos, que irá estimular a flora intestinal do recém-nascido e a proliferação de bactérias benéficas.



A psicóloga e mãe de primeira viagem Ana Paula Fonseca está aflita por causa das cólicas da filha, de apenas 1 mês.

— Dá uma agonia, já apelei até para o chá de funcho.

A Sociedade Brasileira de Pediatria não recomenda o uso de probióticos e afirma que o mais indicado é massagear a barriga do bebê.



Mitos e Verdades





Massagem

Para a Sociedade Brasileira de Pediatria, a massagem diária, especialmente a realizada no fim de tarde, é o método mais seguro para combater as cólicas.











Alimentação

Muitas mães fazem uma dieta rigorosa com medo de que a ingestão de determinados alimentos possa interferir nas cólicas do bebê, evitando, por exemplo, feijão e repolho. Mas, de fato, a única recomendação é evitar alimentos que contenham cafeína, como café, refrigerantes de cola e chocolate.



Leite

Não há estudo científico que comprove que leite em pó hipoalergênico ajude a reduzir as cólicas. Para os médicos, o mais indicado e seguro é oferecer leite materno.



Funcho

Encontrado em farmácias de manipulação, o funcho é conhecido como um santo remédio contra cólicas. Na verdade, o chá age como calmante e não ataca diretamente o problema.



http://extra.globo.com/saude/bemviver/#232792

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Mercado infantil- Verão 2011

Mercado Infantil Verão 2011

vacinas

 


Calendário de Vacinação da Criança



Recomendado pela Sociedade Brasileira de Pediatria





Ao nascer
BCG
Hepatite B (1ª dose )

1 mês
Hepatite B (  2ª dose )

2 meses
 Vacina tetravalente (DTP + Hib) 1ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio) 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 1ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus

Antipneumocócica Conjugada Heptavalente - 1ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite

3 meses
Antimeningocócica C Conjugada - 1ª dose Meningite Meningocócica C

4 meses
Vacina tetravalente (DTP + Hib) 2ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio) 2ª dose Poliomielite (paralisia infantil)

VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) 2ª dose Diarréia e desidratação causada por rotavírus

Antipneumocócica Conjugada Heptavalente  2ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite

5 meses
Antimeningocócica C Conjugada ( 2ª dose Meningite Meningocócica C

6 meses
Vacina tetravalente (DTP + Hib) -  3ª dose Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b

VOP (vacina oral contra pólio) - 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil)

Hepatite B - 3ª dose Hepatite B

Antipneumocócica Conjugada Heptavalente - 3ª dose Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite

Influenza -1ª dose Gripe

7 meses
 Influenza- 2ª dose Gripe

9 meses
 Febre amarela dose única

12 meses
 SRC (tríplice viral) dose única Sarampo, rubéola e caxumba

Hepatite A (*) 1ª dose Hepatite do tipo A

Varicela (*) 1ª dose Catapora

15 meses
VOP (vacina oral contra pólio) reforço Poliomielite (paralisia infantil)

DTP (tríplice bacteriana) 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche

Antipneumocócica Conjugada Heptavalente  ( reforço Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite)

18 meses
 Hepatite A (*) 2ª dose Hepatite do tipo A



4 - 6 anos
DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche

SRC (tríplice viral) reforço Sarampo, rubéola e caxumba



(*) Não disponível na rede pública